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domingo, 8 de março de 2026

Elementos Comuns nas Artes

Todas as artes envolvem criatividade humana, uso de materiais ou suportes específicos e processos de criação que resultam em uma obra com valor estético. Elas buscam expressar ideias ou realidades culturais, transcendendo barreiras linguísticas ou sensoriais. 

Elementos fundamentais das artes visuais, como ponto, linha, cor, volume, superfície, textura também possuem significado em outras artes. Princípios como equilíbrio, ritmo, harmonia e contraste unem todas as formas artísticas, criando coesão e impacto emocional. 

 Vários autores, críticos e teóricos da arte exploram a temática dos elementos fundamentais comuns entre as diferentes formas de expressão artística (música, pintura, literatura, escultura, arquitetura, cinema, teatro, dança, entre outras). 

Aqui estão alguns dos principais autores e abordagens

Gotthold Ephraim Lessing: no século XVIII, em sua obra Laocoonte (Laokoon), investigou as fronteiras e as interseçõponto, linha, forma, cor, textura, espaço e volume, entre outros,es entre a literatura, mais especificamente a poesia, e as artes visuais, pricipalmente a pintura, estabelecendo distinções, mas também os elementos de composição que compartilham. 

Wassily Kandinsky: em sua obra teórica, particularmente em "Do Espiritual na Arte" e "Ponto e Linha sobre Plano", Kandinsky analisa os elementos visuais (ponto, linha, forma) através de uma analogia com a música, defendendo que cores e formas possuem sons, ritmos e vibrações internas, criando uma ponte entre artes visuais e musicais. 

Rudolf Arnheim: Com seu livro clássico "Arte e Percepção Visual", Arnheim explora os princípios da psicologia da Gestalt, demonstrando como elementos como equilíbrio, forma, espaço e cor são fundamentais não apenas nas artes visuais, mas regem a percepção e a estrutura em diversas formas de arte.

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Relato de atuação docente como professor de Artes na EJA / Florianópolis.

Escrevo uma carta para o eu educador, professor efetivo na Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Florianópolis. A minha vida acadêmica iniciou-se muito jovem, na UCS - Universidade de Caxias do Sul, onde cursei Administração de Empresas, noturno. A escolha por este curso se deu, não em função de vocação para a gerência, tampouco por ser herdeiro de alguma coisa que necessitasse de um administrador profissional habilitado em nível superior. Ela se deu, simplesmente por ser o curso acadêmico mais barato oferecido por aquela instituição privada de ensino, por ser noturno e por haver uma grande demanda por profissionais com essa formação naquela época àquela cidade. Como era de se esperar, não concluí a graduação, mas tive a oportunidade de estudar economia, teoria geral da administração, entre outras disciplinas que se não me aprouveram no trabalho atual, muito me serviram para formação política e organizacional e para a vida pessoal. Sou Licenciado em Educação Artística, com Habilitação em Música. Fui estudante das últimas turmas nessa modalidade na universidade em que estudei, no caso, a UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Na próxima alteração curricular implantada no Departamento de Música daquela instituição, após o meu ingresso, a nomenclatura do curso foi alterada para Licenciatura em Música. Não obstante a mudança de nome, a formação seguia, basicamente, o mesmo currículo. Havendo encerrado a licenciatura, ingressei no extinto Mestrado em Educação e Cultura, da Faculdade de Educação da mesma universidade. Ingressei como estudante ouvinte, havendo concluído boa parte das disciplinas e já me encontrava preparando o projeto de pesquisa que seria submetido para ingresso como estudante regular. Antes disso, porém, o curso foi encerrado pela universidade, não havendo a publicação de edital para novos ingressos. Mais uma vez, ficou um importante aprendizado, que contribuiu muito para a minha atuação profissional, embora sem a devida titulação. No ano de 2009, ingressei no Mestrado em Música, do Programa de Pós Graduação em Música do Centro de Artes da UDESC. A área de concentração em que pesquisei foi Educação Musical, havendo investigado as “Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Música: um estudo sobre o uso de recursos tecnológicos por estudantes de Licenciatura em Música no Estado de Santa Catarina”. Defendi esta dissertação no ano de 2010. Assim, adentrei na área da educação por escolha. Fui assessor na DEF – Diretoria de Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino e diretor da Escola Básica Municipal Mâncio Costa. A música, por sua vez, é parte indissociável de mim. Toda a minha formação, embora tenha se dado em um curso com o nome “Educação Artística”, ela ocorreu com sólida formação musical e com toda a ênfase na docência em Música. Isto precisa ser dito, pois a modalidade “Educação Artística” foi sendo abandonada após a promulgação da LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1996. Isto se relaciona ao fato de que a chamada Educação Artística aparecia nos currículos da antiga LDB de 1972. A disciplina Educação Artística estava vinculada à prática polivalente no ensino de Artes. A partir dos anos 1980, a crítica a polivalência culminou na formação inicial do professor por modalidade artística e a Prefeitura Municipal de Florianópolis foi uma das primeiras no país a adotar as diferentes modalidades (Música, Teatro, Dança e Artes Visuais) dentro da disciplina Artes. Nesta rede de ensino, cada profissional deveria atuar dentro da sua área de formação inicial. No meu caso, Música. Iniciei nesta rede de ensino em 2001 como professor temporário e, a partir de 2024, como professor efetivo. Trabalhei por muito tempo em escolas básicas, especificamente com aulas de Música: musicalização, prática de instrumentos, canto e práticas musicais corporais, escrita, leitura de música, entre outros conteúdos do escopo da área. Eu era aquilo que se pode classificar como típico professor de área. No início da carreira, enquanto era docente temporário, trabalhei por dois anos na EJA. Ao me efetivar, lecionei a maior parte do tempo em escolas básicas como professor de Artes / Música. Atualmente, estou na EJA Centro I. Este é o meu sexto ano desde que modifiquei a minha lotação para a modalidade Educação de Jovens e Adultos. O Núcleo Centro I é o único núcleo que oferece esta modalidade de ensino no horário diurno. Neste retorno à EJA, percebi que aquela atuação como professor típico de área não era mais possível. Preciso registrar que, mesmo na escola básica, enquanto professor de música, me vi cada vez mais incorporando elementos de outras modalidades artísticas em minhas aulas. É preciso aclarar que isto nunca foi feito no sentido da polivalência, mas sim das interfaces e conexões entre as modalidades artísticas. Elementos fundamentais como ritmo, harmonia, linha, tempo, entre outros e apenas para citar alguns, estão presentes em todas as modalidades artísticas. Assim, ao ouvir uma música barroca, por exemplo, procurava mostrar imagens do período barroco, a arquitetura da época, o vestuário, e outros elementos que pudessem contribuir para a compreensão daquele período na Música. Estando na EJA, este tipo de percepção se tornou ainda mais evidente. Na EJA, não posso recusar um desenho que o estudante traz de casa: - “Está muito lindo, mas agora guarde isso, menino, que a aula é de Música”. Embora mesmo na escola básica eu não atuasse assim, sectariamente quanto às diversas modalidades artísticas, o foco da disciplina estave sempre orientado totalmente para o desenvolvimento da musicalidade do estudante. Na EJA, tive que me reinventar. Não bastava dizer que o desenho era lindo e expor na sala ou na feira de ciências da escola. Tive que ajudar aquele estudante que trazia um desenho, uma escultura, uma peça teatral ou uma dança, por exemplo, a procurar aprimorar-se na arte pela qual se exprimia. Tive que pesquisar com o estudante e, até mesmo, me aventurar em outras modalidades artísticas junto com eles. É importante ressaltar que não se trata de um retorno à polivalência. Compreendo perfeitamente o motivo que levou a área de Artes a abandonar aquele modelo de educação. Mas, estando na modalidade Educação de Jovens e Adultos, preciso considerar a trajetória do estudante. É preciso relevar os saberes que este aluno já possui. Assim, nas Artes, não poderia ser diferente. Na prática, recebo muitos trabalhos de Artes Visuais, Design, Música, para citar de memória. Alguns estudantes chegaram até mim, considerando-se o multiculturalismo como um lugar onde todos são artistas em algum nível de desenvolvimento entre o mestre e o aprendiz, artistas de muita qualidade. Assim, realizei exposições individuais de estudantes com habilidades em Artes Visuais, ministrei oficinas com técnicas diversas para produção de imagens, como estêncil, grafite, colagem, mosaico, desenho, papietagem, reciclagem e reaproveitamento de papéis, entre outras. Por esforço, desenvolvi a habilidade de desenhar e assim, consigo ministrar classes de desenho. Trabalhei, no campo do design com desenho de fontes, apresentações de trabalhos, construção de folders e cartazes, prototipagem, entre outras. Construí duas instalações para eventos da EJA / Florianópolis. Uma delas, uma instalação digital com registros da atuação do núcleo durante a pandemia de Covid19, para o ENEJA – Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos, realizado em Florianópolis no ano de 2022. Outra instalação digital trazendo a memória da presença da EJA no NETI/UNAPI/UFSC (Núcleo de Estudos da Terceira Idade / Universidade Aberta a Pessoa Idosa / Universidade Federal de Santa Catarina). Esta instalação foi parte da estante do núcleo na SEPEX – Semana de Pesquisa e Extensão, da UFSC, em 2023. No ano de 2024, a oficina que ministrei para a construção de imagens com mosaico, resultou no trabalho vencedor do concurso que escolheu a identidade visual do Festival da Primavera, evento promovido pela EJA / Florianópolis. Promovi os estudantes com habilidade em Música. Muitos deles chegaram na EJA, inclusive, com músicas em plataformas de streaming. Levei estudantes para estúdio de gravação, gravei os estudantes, editei áudio produzindo a música feita por eles. Também preparei estudantes para festivais, marcadamente, o Festival Escolar da Canção, da Prefeitura Municipal de Florianópolis. No polo NETI/UNAPI/UFSC, mantenho uma oficina regular de Canto Coletivo. A oficina recebe este nome pois nem sempre é possível contar com a presença de quatro tipos de vozes (soprano, contralto, tenor e baixo). Assim, não é possível nomear o trabalho como Oficina de Canto Coral, embora a prática seja muito semelhante: realizo sempre um relaxamento muscular, aquecimento vocal, estudos de técnica vocal, estudos de Música e ensaio de repertório. Já nos apresentamos em eventos internos do núcleo e externos, como na SEPEX, em 2024. Ainda no NETI/UNAPI/UFSC inciei, em 2025, uma oficina semanal de Prática de Conjunto – Violão. Durante a vigência da Pandemia de COVID19, produzi, com a colaboração dos demais profissionais do núcleo, um podcast e um videocast. Fizemos audiolivros e musicalizei uma série de leituras iniciais. Também musicalizei a leitura de um cordel, o qual era divulgado semanalmente, como uma radionovela. No âmbito das Artes Cênicas e da dança, produzi vídeos com os alunos. Em alguns deles, com verdadeira atuação dramática. Escrevemos juntos roteiros e construímos storyboard. Trabalhei noções de espaço cênico e de posicionamento de câmera. Fizemos oficinas de fotografia e muita coisa orientada à produção cinematográfica. Também recebi e orientei estagiários do Departamento de Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina. A dança também faz parte do trabalho realizado com vídeo, muitos deles para o Festival do Minuto, produzido anualmente pela EJA/Florianópolis. Além desta atuação enquanto fazedor de arte com os estudantes, é preciso olhar para a presença das Artes no princípio da pesquisa, tal qual empregado na EJA / Florianópolis. A presença das artes, a partir da minha atuação profissional, se dá no sentido da orientação de pesquisas em todas as modalidades artísticas. Conteúdos sobre artes aparecem como interesse de muitos estudantes: biografias e estilos musicais, por exemplo, muitas vezes são os assuntos de muitas das problemáticas pesquisadas. Áreas de atuação como Design, Moda, Música, Cinema, Teatro e Arquitetura, são constantes em investigações feitas pelos estudantes. Assim, um falar sobre arte se faz muito necessário no dia a dia do Núcleo. No caso da música, por exemplo, áreas como musicologia, etnomusicologia, musicologia histórica, filosofia da música, sociologia da música, antropologia, educação musical, entre outras são necessárias para realizar ou complementar muitas das investigações realizadas pelos estudantes. O mesmo se estende para as demais modalidades artísticas. Assim, além da perspectiva histórica da Música, preciso abordar igualmente, a História das Artes Visuais, do Teatro, da Dança, da Arquitetura, do Design, para citar algumas. Na sociologia da Música, preciso referir a sociologia da Arte e das modalidades artísticas. Isto vale para todas as áreas que contribuem para o entendimento das Artes: Filosofia da Música e Filosofia da Arte. Psicologia da Música e Psicologia da Artes. Assim, sendo, concomitantemente a todos os temas abordados em pesquisa. Isto, de forma alguma é polivalência. Trato, aqui, da interligação entre as diversas modalidades artísticas para enriquecer a prática docente. O professor de Música sofre uma mutação. O professor de Arte se impõe.

segunda-feira, 18 de julho de 2022

EJA Centro I - Leitura Inicial

 

Programa: 004 - Leitura Inicial

 

 

EPISÓDIOS

 

Leitura Inicial 02 |

Leitura Inicial 03 |

Leitura Inicial 04 |

Leitura Inicial 05 |

Leitura Inicial 06 |

Leitura Inicial 07 |

Leitura Inicial 08 |

 

FICHA TÉCNICA

 

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

EJA CENTRO I

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS

NÚCLEO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE - NETI

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

 

LEITURA INICIAL

 

NÚMERO 001

DOIS E DOIS: QUATRO

FERREIRA GULLAR

NARRAÇÃO: Washington Teixeira

 

NÚMERO 002

A ESCRAVIDÃO

GIBRAN KAHLIL GIBRAN

NARRAÇÃO: Gilberto André Borges

 

NÚMERO 003

POEMA DO AMIGO APRENDIZ

FERNANDO PESSOA

NARRAÇÃO

Maristela Sagas

 

NÚMERO 004

CORAÇÃO CONFIANTE

CRUZ E SOUSA

NARRAÇÃO

Luciene Fontão

 

NÚMERO 005

O GUARDADOR DE REEBANHOS

FERNANDO PESSOA

NARRAÇÃO

Luciene Fontão

 

NÚMERO 006

O CORAÇÃO

CRUZ E SOUSA

NARRAÇÃO

Mychelle Santana

 

NÚMERO 007

LIVRE!

CRUZ E SOUSA

NARRAÇÃO

Mychelle Santana

 

NÚMERO 008

PIEDADE

CRUZ E SOUSA

NARRAÇÃO

Mychelle Santana

 

NÚMERO 009

AOS PAIS QUE TEM FILHAS

RUPI KAUR

NARRAÇÃO

Mychelle Santana

 

NÚMERO 010

EU DURMO COMIGO

ANGÉLICA FREITAS

NARRAÇÃO

Alessandra Daniele da Silva Boos

 

NÚMERO 011

VOZES MULHERES

CONCEIÇÃO EVARISTO

NARRAÇÃO

Adriana May de Aguiar

NÚMERO 012

 

A MORTE DO LEITEIRO

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

NARRAÇÃO

Julia Rodrigues Chagas Cabral

 

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO

Adriana May de Aguiar

 

PROFESSORES

Alessandra Daniele da Silva Boos

Fernanda Bauzys

Gilberto Andre Borges

Jose Fernandes Costa

Julia Rodrigues Chagas Cabral

Luciene Fontao

Marilucia Marques

Maristela Sagas

Regina Helena Seabra

Ricardo Guesser da Costa

Roberta

Washington Teixeira

 

BIBLIOTECÁRIA

Sandra Regina Fontes

 

PROFESSORA AUXILIAR DE ENSINO

Soraia Oberto

 

EDIÇÃO DE ÁUDIO

SONOPLASTIA

MIXAGEM

MASTERIZAÇÃO

Gilberto André Borges

TRILHA SONORA

Gilblack - Poemas

 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Música Popular Brasileira: melhores álbuns

Pensando em uma maneira de atuar na Educação de Jovens e Adultos, de modo a contribuir com uma discussão sobre os diversos movimentos musicais no Brasil e suas estéticas particulares, criou-se uma lista de álbuns disponíveis no Youtube para apreciação.

É tarefa difícil a de criar uma lista de álbuns, de modo que esta playlist não possui a pretensão de comunicar nada mais além de uma visão da História Fonográfica Brasileira a partir do entendimento do curador sobre estes movimentos. É, portanto, apenas uma opinião.

Também buscou-se proporcionar a experiência da audição de álbuns completos. Álbuns importantes podem ter ficado de fora pelo fato de não estarem disponíveis neste formato nas plataformas utilizadas: LastFM, Spotify e Youtube.

LastFM

quinta-feira, 15 de abril de 2021

PENSAFONE: um instrumento digital de baixo custo para Educação Musical

PENSAFONE: um instrumento digital de baixo custo para Educação Musical

Gilberto André Borges


Há tempos não escrevo sobre pesquisas e inquietações de campo de trabalho por absoluta falta de tempo. Enquanto professor da Educação Básica, considerando este nível como sendo imbuído de tarefas de ensino, mais do que disponibiliza carga horária ao docente que possa dedicar à pesquisa ou alguma outra atividade acadêmica, pois que, atuando na Educação de Jovens e Adultos, ainda em 2019, fui convidado a participar, pela Diretoria de Educação de Jovens e Adultos, da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, do projeto Juventude Maker, parceria desta rede com o Sebrae. O projeto objetiva desenvolver a chamada cultura Maker que baseia-se na ideia de que as pessoas podem buscar soluções inovadoras e criativas, com o uso de ferramentas apropriadas, para automação de tarefas e desenvolvimento de objetos e tecnologias.


O desenvolvimento tecnológico possibilitado desde o surgimento dos equipamentos de processamento de dados e de acesso à rede mundial de computadores, a partir da segunda metade do século XX, viabiliza um cenário de efervescência para o desenvolvimento de projetos. Ferramentas baseadas em tecnologias contemporâneas, como o Arduino, impressoras 3D e equipamentos a laser, entre outros, descortinam um universo gigantesco de possibilidades à inovação.


Pois que, iniciado o projeto, imbuí-me da tarefa de desenvolver um instrumento que houvesse proveito à Educação Musical. Tamanha tarefa demanda tempo e dedicação à pesquisa, pelo menos àquela orientada ao entendimento dos aspectos musicais, pedagógicos e técnicos que obrigatoriamente se encontram envolvidos.


Dos aspectos musicais, podemos dizer que encontraremos os de cunho expressivo e artístico bem como os relacionados às questões pedagógicas e de cunho metodológico, pertinentes a área da Educação Musical. Quanto aos aspectos técnicos necessários, foi possível conhecer nas aulas do curso Juventude Maker, os princípios básicos que envolvem a construção de um circuito elétrico, o uso do Arduino e seu ambiente de desenvolvimento, noções de projeto elétrico, impressão 3D e tópicos de programação em C++. De minha bagagem, a considerar a formação na área de Educação Musical, trazia noções de programação em diversas linguagens, alguma prática no uso de ferramentas de desenho 2D e 3D e o conhecimento da física relacionada ao som, especificamente, os do campo da ondulatória.


Música


Aspectos musicais de cunho expressivo, referem-se àqueles que envolvem desde o gesto musical até as questões de construção do tabuleiro do instrumento. Chamo de tabuleiro à carcaça do equipamento, apropriadamente desenhada para proporcionar um gesto musical fácil e rapidamente assimilável. Neste sentido, o tabuleiro foi pensado como uma estrutura deslizante por onde um slide corre de uma extremidade à outra gerando uma distância mensurável por um sensor. O gesto musical vai do grave ao agudo na proporção do afastamento em relação ao sensor.


Figura 1: Modelo 3D da Carcaça Plástica


Figura 2: Protótipo de Carcaça em papietagem
Figura 3: Protótipo de Carcaça em papietagem


Figura 4: Protótipo de Carcaça em papietagem
Figura 5: Protótipo de Carcaça em papietagem


A ideia inicial era a de que seria possível realizar o movimento apenas com as mãos, como ao tocar uma harpa invisível ou algum devaneio neste sentido. Mas impôs-se a necessidade de precisão e, no uso do slide, obteve-se a melhor solução, ainda que insuficiente. O slide, embora tenha melhorado significativamente a precisão da altura, não foi eficiente na definição da duração do som, o que foi resolvido acrescentando-se um botão de acionamento do sensor. Outros aspectos musicais, como a intensidade e o timbre também mereceram atenção. Melhorou-se muito o timbre com a troca de um buzzer, utilizado inicialmente no projeto, por um circuito amplificador e alto-falantes. Com isso, a onda gerada nas portas digitais do Arduino passou a ser reproduzida com uma melhor qualidade.


No tocante à intensidade, a placa amplificadora oferece a possibilidade de controle deste parâmetro. Optou-se por não utilizar o controle de amplitude no protótipo que desenvolvemos, pois isso acrescentaria outro elemento a ser controlado pelo executante, em prejuízo da tocabilidade. Nada impede que isso seja feito e possivelmente acrescentaremos este controle, mas o resultado obtido será um instrumento um pouco mais complexo do que este que nos propomos a oferecer, sobretudo aos estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Também os estudantes de qualquer faixa etária que manifestem pouca prática musical serão beneficiados. Assim, a habilidade requerida para tocar o instrumento limita-se ao deslizamento horizontal do slide e o pressionamento de um botão que assume a função rítmica.


Na maneira como foi construído, o aparelho possibilita a composição de músicas, sendo fácil a transferência dos dados lidos pelo sensor a qualquer formato digital de armazenamento de música, seja pelo emprego do protocolo MIDI ou de marcação XML. Quanto a gravação, é possível exportar áudio diretamente, tanto na saída física do amplificador, quanto interceptar o sinal RAW gerado nos pinos digitais do Arduino. Musicalmente, trata-se de um instrumento melódico e cromático, que permite articulações ligadas ou destacadas. Também pode ser facilmente convertido para interface de controle apenas modificando-se o software. Com isso, as possibilidades de aplicação musical torna-se ainda maior.


Aplicação pedagógica


Imaginar um instrumento pedagógico musical digital utilizável em sala de aula permeia observar diversas variáveis que encontram-se presentes no panorama da Educação Musical escolar. A disciplina Música enfrenta diversos desafios no âmbito da escola pública no Brasil. Desde o descumprimento da obrigatoriedade legal da oferta da disciplina por parte de Estados e Municípios até as diferenças de implementação nos poucos locais onde ela é oferecida.


Os desafios são hercúleos: o professor de Música na escola pública, via de regra, lida com a falta de materiais específicos para a disciplina, inexistência, na grande maioria dos casos, de espaços físicos adequados para a prática musical, inadequação entre carga horária e número de alunos por turmas, bem como o total desconhecimento por parte de pais, gestores e diretores escolares das particularidades inerentes à musicalização e ao desenvolvimento da musicalidade.


Um outro problema que atinge a educação no Brasil é o da ausência de políticas públicas que garantam o acesso aos estudantes aos materiais pedagógicos que necessitam para o seu desenvolvimento escolar. O Estado brasileiro omite-se na oferta destes materiais e, por outro lado, as famílias brasileiras não conseguem custear acesso à Internet, equipamentos digitais de processamento de dados, bem como aos instrumentos musicais e científicos aos alunos. Esse papel deve ser cumprido pelo Estado e deveria ser prioritário na execução de uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade, pela qual todos pagamos com nossos impostos.


Assim, um instrumento digital deve, primeiramente, oferecer a possibilidade de compor, tocar e gravar. Também precisa ser de fácil execução, de modo que possa ser útil desde os anos iniciais do Ensino Fundamental até os anos finais e na Educação de Jovens e Adultos. Além disso, deve oferecer a possibilidade de integração com qualquer outro equipamento eletrônico digital ou analógico, bem como poder exportar dados utilizáveis e integráveis em outras aplicações e softwares.


A considerar a dualidade do ensino no Brasil, onde observa-se a olhos nus a existência de uma escola para os ricos e outra para os pobres, deve-se pensar, obrigatoriamente, um instrumento para a escola pública em toda a sua precariedade e ausência de investimentos. Assim, o instrumento deve considerar ser útil em salas superlotadas onde, não raro, infelizmente, encontramos mais de 40 alunos e uma ou nenhuma tomada elétrica funcionando no local. Deve considerar as APP’s falidas, sem dinheiro para comprar pilhas ou baterias para abastecer um número grande de instrumentos. Também precisa tomar por variável obrigatória, lamentavelmente, as dificuldades de acesso à rede mundial de computadores e a precariedade dos equipamentos para este fim existentes nas escolas públicas. Neste sentido, imaginamos, desde o início dos trabalhos, um instrumento portátil, de uso individual e abastecido por células fotovoltaicas.


O Arduino pode ser alimentado por diversas fontes, desde uma saída USB de computadores e celulares, até adaptadores específicos para rede elétrica ou pilhas e baterias. Dentre estas possibilidades está a de usar-se um carregador fotovoltaico, vendido em qualquer loja de equipamentos eletrônicos e que possua uma saída USB de 5 volts. Recomenda-se o fornecimento de corrente por saídas USB da placa do computador que está rodando a IDE do Arduino durante o desenvolvimento do protótipo. Para utilizar um carregador fotovoltaico, nos certificamos de que a corrente elétrica fornecida fosse compatível com a alimentação do Arduino. O carregador, inclusive, possui uma bateria interna, o que garante uma autonomia de algumas horas de uso ao instrumento. Durante o dia, estará sempre armazenando energia, mesmo que fornecendo corrente ao aparelho.


Um outro elemento importante quando mencionamos políticas públicas refere-se ao financiamento público. Discutir política pública é discutir dinheiro público. Deste modo, o equipamento deve ter baixo custo de produção. Utilizamos na construção do protótipo um Arduino UNO, mas o projeto pode ser implementado com um Arduino NANO. Abaixo, uma demonstração dos custos em valores de dezembro de 2020:


Arduino Nano35,00
Sensor Ultrassônico HC-SR0420,00
Circuito Amplificador DS-LM38613,00
Alto-falante de 4pol 12w10,00
TOTAL78,00


É preciso considerar que estes preços sofreram arredondamento para mais e que constituem uma média dos preços praticados ao consumidor no varejo pesquisados na Internet. Também devemos apontar que, um carregador solar USB com bateria acoplada custa, na mesma lógica de busca de preços, a parir de 50 reais, considerando-se a multiplicidade de modelos. Também devemos ponderar que o custo apresentado acima refere-se ao custo do protótipo. Este está muito além do custo alcançável em um processo de produção em larga escala.


Técnica


Disponibilizamos, ao final deste artigo, íntegra do código fonte e esquemas de montagem do projeto, bem como os links de acesso aos projetos relacionados no Tinkercad. Também registramos alguns vídeos e fotos do processo que podem ser acessados. Adiantamos que os requisitos para montagem do equipamento são elementares do ponto de vista da prototipagem com Arduino: saber manusear a protoboard, efetuar as ligações e montar um tabuleiro. O tabuleiro pode ser impresso a um baixo custo, mas também pode ser confeccionado em outros materiais.


De regra, a leitura de distância efetuada pelo sensor é mais eficiente em materiais com maior rigidez mecânica. Construímos um protótipo com papietagem sobre uma base de papelão. É importante considerar que o papel absorve parte da onda que recebe, por isso, envolvemos o slide em papel-alumínio. Os materiais necessários para construir a carcaça do protótipo foram: papelão, papel para papietar, cola, tesoura, e estilete. A montagem requereu um Arduino UNO, protoboard, cabos de ligação, um botão de acionamento, uma placa amplificadora DS-LM386, um sensor ultrassônico HC-SR04 e um alto-falante que foi aproveitado de um antigo receptor a pilhas, que foi desmontado, sendo a sua carcaça aproveitada como caixa acústica.


Links


Vídeos


Canal Gilblack - Construção do Pensafone



Desenho de circuito no Tinkercad: Pensafone. Um instrumento musical digital para Educação Musical



Código Fonte


pensafone-0.5


domingo, 4 de abril de 2021

Produção de trabalhos com uso de mídias de terceiros - EJA Centro I

Olá, pessoal. Tudo bem? Vamos falar um pouquinho sobre a utilização de conteúdo de terceiros nas nossas pesquisas e produções? Sabemos que todo conteúdo disponibilizado na rede mundial de computadores é protegido por direitos autorais. As indústrias de software e de entretenimento, principalmente, não se cansam de deixar à vista, na cara do usuário que aquele aplicativo de celular ou determinado filme ou música possui aquilo que chamamos direitos reservados.

 

 

"Direito autoral ou direito de autor é um conjunto de prerrogativas conferidas por lei à pessoa física ou jurídica criadora da obra intelectual, para que ela possa usufruir de quaisquer benefícios morais e patrimoniais resultantes da exploração de suas criações. É derivado dos direitos individuais e situa-se como um elemento híbrido, especial e autônomo dentro do direito civil.

 

Para efeitos legais, divide-se em direitos morais e patrimoniais: os direitos morais asseguram a autoria da criação ao autor da obra intelectual e são intransferíveis e irrenunciáveis. Já os direitos patrimoniais se referem principalmente à utilização econômica da obra intelectual, podendo ser transferidos e/ou cedidos a outras pessoas. A transferência dos direitos patrimoniais se dá por meio de licenciamento e/ou cessão."

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral

 

 

Os direitos autorais,no Brasil, são regulamentados pela lei 9.610/98 e no mundo por convenções e acordos internacionais. Na prática, qualquer pessoa que publique uma obra intelectual, seja ela de qualquer natureza, como por exemplo, criações originais literárias, artísticas ou técnicas, possui os direitos de autor assegurados independentemente de registro em órgãos competentes. Desta forma, ao realizar trabalhos, sejam escolares ou de outra natureza, precisamos estar atentos ao tipo de licença que o material que estamos usando possui. Existem uma gama de licenças que vão desde as mais restritivas, que impedem o uso da obra ou mesmo de parte dela, até licenças que possibilitam um uso irrestrito do conteúdo. O uso de uma obra já existente na produção de outra, chamamos de derivação e a produção resultante de obra derivada.

 

O uso de citações de textos com direitos autorais reservados em trabalhos acadêmicos ou escolares está bem definido em regras de citação e de referenciamento de fontes, pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Desta maneira, para utilizar pequenas partes de um texto basta seguir as orientações dadas pelos seus professores no tocante à pesquisa e a produção textual e você não terá problemas, seja o conteúdo proveniente de livros ou de endereços na Internet. O problema maior surge, quando se faz necessário empregar um livro inteiro, uma fotografia, uma música ou um vídeo. Quando não houver nenhuma indicação sobre licenciamento, valem as regras estabelecidas na lei 9.610/98, que determinam a proibição do uso do conteúdo sem autorização expressa do autor. Isto acontece porque a pessoa que infringe esta lei pode ser processada e pagar até pesadas multas indenizatórias, dependendo da gravidade de cada caso. Algumas ações por uso indevido de obras protegidas atingem cifras milionárias, calculando-se o prejuízo moral e patrimonial causado ao autor.

 

Assim, para utilizarmos um conteúdo sem receio quanto a autorização legal, precisamos observar o que o material indica como licenciamento. Veja o exemplo abaixo, extraído de um livro:

 



fonte: FRANK, Anne. O diário de Anne Frank. São Paulo: Novo Século Editora, 2019.

 

Observem o uso da palavra inglesa copyright logo na terceira linha da página. Esta palavra indica que todos os direitos referentes a esta obra estão reservados e que você somente poderá usar este conteúdo com a autorização expressa dos detentores dos direitos autorais. Esta licença é representada pelo símbolo contendo a letra C dentro de um círculo:

 

Porém, o direito autoral possui um dispositivo que estabelece um prazo, depois do qual ele deixa de valer. Quando isto acontece, dizemos que a obra “caiu em domínio público”. No Brasil, o período pelo qual a lei protege e reserva os direitos aos autores vai desde a publicaçã0 até 70 anos depois da sua data de falecimento. Cumprido este prazo, as obras podem ser utilizadas sem a necessidade de autorização ou pagamentos.

 

Aqui na Eja Centro I, muitas vezes, produzimos vídeos, áudios ou outros materiais que podem acabar divulgados na rede mundial de computadores. A socialização final das nossas pesquisas não precisa ser, necessariamente, feita por meio de textos. As pesquisas que efetuamos podem resultar em produções culturais de diversos formatos, como vídeos, gravações de áudio, podcast, cartilhas, folders, entre outros. Precisamos levar em consideração que este material poderá circular para muito além do nosso núcleo. Assim, quando inserimos uma música em um vídeo, ou uma foto em uma página na Internet ou em uma cartilha, é preciso ter certeza de que não estamos infringindo os direitos de outras pessoas. Esta preocupação também é válida para o conteúdo inédito produzido no núcleo. Não raro, colegas nossos compõem músicas, desenham, criam obras visuais ou textuais inéditas, publicam livros, gravam músicas, entregam cartilhas ou efetuam campanhas diversas, produzem vídeos, peças teatrais, entre outros. Então, é uma preocupação de mão dupla, em nossos trabalhos.

 

Para tornar possível o trabalho criativo com ,materiais contemporâneos, precisamos lançar mão das chamadas licenças livres. As licenças livres para conteúdo digital surgiram na esteira do chamado movimento do Software Livre, criado a partir de 1983, por um cidadão estadunidense chamado Richard Stallman. Stallman foi o fundador da Free Software Foundation. Esta organização, sem fins lucrativos, mantém o projeto GNU, que busca viabilizar um sistema operacional livre para uso de todos. Em 1991, um importante passo neste sentido foi dado por outra pessoa. Um finlandês chamado Linus Torvald desenvolveu um núcleo (kernel, em inglês) capaz de fornecer a tradução dos comandos contidos em aplicativos para a linguagem compreensível pelas máquinas. Torvald desenvolveu o chamado kernel LINUX. Da junção entre o projeto GNU e o núcleo desenvolvido por Linus Torvald, nasceu o sistema operacional GNU Linux.

 

A licença criada pela Free Software Foundation chama-se GNU General Public License, ou, como é mais conhecida, GNU GPL. Esta licença, atualmente, encontra-se na versão 3.0 e assegura, basicamente, quatro liberdades aos usuários:

 

- a liberdade de executar o programa como você desejar, para qualquer propósito;

- a liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades (para isto ser possível, o acesso ao código-fonte é um pré-requisito indispensável);

- a liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar outros;

- a liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas a outros, beneficiando toda a comunidade.

 

Para garantir estas liberdades, todo o conteúdo a ser distribuído, modificado ou não pelo usuário, somente poderá ser licenciado com a mesma licença GNU GPL. Assim, não é possível utilizar um conteúdo livre e transformá-lo em conteúdo de direito reservado. A licença GNU GPL é válida em todo o mundo, porque trata-se de um licenciamento declarativo, validado por uma prática social, especificamente voltada para a indústria de software. Para o compartilhamento de conteúdo intelectual, a licença mais utilizada e difundida chama-se Creative Commons.

 

 

"Creative Commons é uma organização não governamental sem fins lucrativos localizada em Mountain View, na California, voltada a expandir a quantidade de obras criativas disponíveis, através de suas licenças que permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições que o tradicional todos direitos reservados. Para esse fim, a organização criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons."

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons

 

 

As licenças Creative Commons são representadas por símbolos que também definem quais liberdades os usuários poderão usufruir:


Cada símbolo representa um conjunto de significados:

 

- CC (Creative Commons) -> indica que a licença usada é Creative Commons;

- BY (Atribuição) -> significa que você deve dar os devidos créditos ao autor ou responsável pela obra, devendo inclusive fornecer um link para a licença e indicar se realizou alterações no material;

- ND (Sem Derivações) -> você até pode criar obras derivadas a partir do material original, mas não distribuí-las;

- NC (Não Comercial) -> você pode usar o material, mas não para fins comerciais;

- SA (Compartilha Igual) -> se você criar obras derivadas, terá que distribuí-las sob a mesma licença usada na obra original.


Prof. Gilberto André Borges

 

Para saber mais:

 

- Artigos

https://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons

https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral

 

- Leis

Lei 9610/98

 

- Livros

PRETTO,Nelson de Luca; SILVEIRA, Sérgio Amadeu da (org.). Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA, 2008.

SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre. A luta pela liberdade do conhecimento. São Paulo: Perseu Abramo, 2004.

 

- Sites

https://creativecommons.org/licenses

https://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.pt-br

 

Para buscar conteúdo:

 

 

- Diversos:

https://archive.org

https://search.creativecommons.org

http://www.dominiopublico.gov.br

https://commons.wikimedia.org

 

- Músicas:

https://freemusicarchive.org

https://icons8.com/music

https://www.last.fm/pt/tag/creative+commons

 

- Sons

https://freesound.org

 

- Hipertexto

https://pt.wikipedia.org/

 

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Literatura de Cordel - O casamento do bode com a raposa

Programa: 003 - Literatura de Cordel - O casamento do bode com a raposa

 

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Parte 1a |

Parte 1b |

Parte 2 |

Parte 3 |

Parte 4 |

Parte 5 |

Parte 6a |

Parte 6b |

Parte 7 |

 

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
EJA CENTRO I
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS
NÚCLEO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE - NETI
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

 

MATERIAL PEDAGÓGICO
LITERATURA DE CORDEL

 

01 - O CASAMENTO DO BODE COM A RAPOSA
     JOSÉ BERNARDO DA SILVA

 

PARTE: 01
NARRAÇÃO: Alessandra Daniela da Silva Boos / Julia Rodrigues Chagas Cabral / Fernanda Bauzys

 

PARTE: 02
NARRAÇÃO: Gilberto André Borges

 

PARTE: 03
NARRAÇÃO: José Fernandes Costa

 

PARTE: 04
NARRAÇÃO: Luciene Fontão

 

PARTE: 05
NARRAÇÃO: Maristela Sagas

 

PARTE: 06
NARRAÇÃO: Regina Helena Seabra / Mychelle3 Santana

 

PARTE: 07
NARRAÇÃO: Sandra Regina Fontes

 

EDIÇÃO DE ÁUDIO
SONOPLASTIA
MIXAGEM
MASTERIZAÇÃO
Gilberto André Borges

 

TODOS OS INSTRUMENTOS E SAMPLER POR
Gilblack

 

TRILHA SONORA
Felix Mendelssohn - Opus 61 - Sonho de uma noite de Verão - Marcha nupcial
Gilblack - Cordéis I
Gilblack - Cordéis II
Gilblack - Cordéis III
Gilblack - Cordéis IV
Richard Wagner - Lohengrin - Ato III - Côro Nupcial

 

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Contos Tradicionais, Fábulas, Lendas e Mitos

Programa: 0002 - Contos Tradicionais, Fábulas, Lendas e Mitos

 

 

EPISÓDIOS

 

01 | Lenda de Oxóssi

02 | As Lágrimas de Potira

03 | Maria Pamonha

04 | Como a Noite Apareceu

05 | O Uapé

06 | História do Céu

07 | Lenda das Bruxas de Itaguaçu

08 | Como Nasceu a Primeira Mandioca

09 | Narciso

10 | Pandora

11 | Acoitrapa e Chuquilhanto

12 | O Galeão Espanhol e as Ondas Cintilantes

 

FICHA TÉCNICA

 

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
EJA CENTRO I
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS
NÚCLEO DE ESTUDOS DA TERCEIRA IDADE - NETI
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

 


CONTOS TRADICIONAIS, FÁBULAS, LENDAS E MITOS

 

LENDAS E MITOS
12 - O GALEÃO ESPANHOL E AS ONDAS CINTILANTES
11 - ACOITRAPA E CHUQUILHANTO
10 - PANDORA
09 - NARCISO
08 - COMO NASCEU A PRIMEIRA MANDIOCA
07 - LENDA DAS BRUXAS DE ITAGUAÇU
06 - HISTÓRIA DO CÉU
05 - O UAPÉ
04 - COMO A NOITE APARECEU
03 - MARIA PAMONHA
02 - AS LÁGRIMAS DE POTIRA
01 - OXÓSSI

 


EDIÇÃO DE ÁUDIO
SONOPLASTIA
MIXAGEM
MASTERIZAÇÃO
Gilberto André Borges

 

EDIÇÃO DE VÍDEO
Gilberto André Borges

 

NARRAÇÃO
Episódio 01: Washington Teixeira
Episódio 02: Mychelle Santana
Episódio 03: Ricardo Guesser da Costa
Episódio 04: Maristela Sagas
Episódio 05: Gilberto André Borges
Episódio 06: José Fernandes Costa
Episódio 07: Luciene Fontão
Episódio 08: Regina Helena Seabra
Episódio 09: Sandra Regina Fontes
Episódio 10: Adriana May de Aguiar
Episódio 11: Soraia Oberto
Episódio 12: Luciene Fontão

 


TODOS OS INSTRUMENTOS POR
Gilblack

 


TRILHA SONORA
Lendas (Gilblack)
Lenda das Bruxas de Itaguaçu (Gilblack)
Passatempo (Gilblack)
Quarteto nr2 (Gilblack)
Fonogramas gentilmente cedidos por DISCO DE CORDEL

 


TEXTOS EXTRAÍDOS DE
Episódios 01, 02, 03, 04, 05, 06, 08, 09. 10, 11
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA DE ENSINO FUNDAMENTAL. CONTOS TRADICIONAIS, FÁBULAS, LENDAS E MITOS. BRASÍLIA: 2000
Alfabetização: Livro do aluno - Volume 2
©2000 Projeto Nordeste/Fundescola/Secretaria de Ensino Fundamental

 

Episódio 08
Lenda registrada por Gelci José Coelho (Peninha)

 

Episódio 12
Fontão, Luciene
Tirando da gaveta ... aos 40 : contos / Luciene Fontão.
– Florianópolis : Ed. da Autora, 2008.

 


IMAGENS EPISÓDIO 008

 

ALBERT ECKHOUT (1610 - 1665)
Abacaxi, mamão e outras frutas
Abóboras e melões
Arara
Bananas, goiaba e outras frutas
Brazilian fruits
Brazilian tapuia
Côcos
Dança dos Tarairiús
Guará
Hoflossnitz17
Momem tupinambá
Índia tupi
Juruva
Mandioca
Tapuia Woman

 

FRANS POST (1612 - 1680)
Animals in Brazil
Cachoeira de Paulo Afonso
Jaguar
Moustached Guenon
Paisagem brasileira com tatu
Paisagem no Brasil
Rio São Francisco

 

HANS STADEN (1505 - 1576)
Dois chefes tupinambás com os corpos adornados por plumas
Paliçada de vila tupinambá com crânios no portão

 

JEAN DE LÈRY (1536 - 1613)
Dança dos índios tupinambás

 


AGRADECIMENTOS

 

Ardour
ardour.org

 

Audacity
audacityteam.org

 

Domínio Público
dominiopublico.gov.br

 

Fernando A. Martin
Concert Harp Soundfont

 

Freesound
freesoung.org

 

Hydrogen
hydrogen-music.org

 

JackAudio Connection Kit
jackaudio.org

 

JaMin
jamin.sourceforge.net

 

Kdenlive
kdenlive.org

 

Linux Audio Developer's Simple Plugin API
ladspa.org

 

Música e Educação
musicaeeducacao.mus.br

 

UbuntuStudio
ubuntustudio.org

terça-feira, 7 de julho de 2020

Dicas para gravação caseira de áudio com equipamentos domésticos

A intenção, aos escrever essas breves dicas para uso de equipamentos caseiros, parte do quadro pandêmico em que nos encontramos, momento em que diversos profissionais da Rede Municipal de Ensino vêem-se embuídos do teletrabalho e precisam criar conteúdos usando materiais e equipamentos que tiverem à mão. Neste sentido, telefones celulares possuem microfones superiores à grande maioria dos computadores. Telefones móveis possuem microfones condensadores otimizados para captura do áudio da voz humana e ofertam a possibilidade de captura de áudio sem a necessidade de instalação de nenhum aplicativo. O melhor áudio que qualquer aplicativo conseguir capturar não oferecerá uma vantagem audível em equipamentos comuns comparando-se ao áudio da câmera em modo de alta definição (HD). Assim, se seu celular não possui memória para a instalação de um aplicativo de gravação de voz, use a câmera do aparelho e depois descarte o vídeo, ficando somente com o áudio na hora da edição. Outra vantagem do celular advém do fato de que é completamente silencioso, ao contrário de computadores que possuem ventoinhas e discos rígidos mecânicos que produzem ruídos ao operar. Então, esse é o material mais indicado.

 

Para quem insiste no uso do computador, melhor opção ao microfone do aparelho são os microfones externos tipo USB, de fácil conexão e instalação. O uso do microfone do próprio computadores não é recomendado porque normalmente captura ruídos do próprio equipamento, como ventoinhas, discos rígidos e outros. O uso de um microfone conectado na placa de áudio do computador pode produzir bons resultados dependendo da qualidade do microfone e da boa conexão com a placa. Em áudio profissional a conexão entre microfone e placa de som é feita usando-se com plugues maiores ou, até mesmo, por conectores balanceados. A entrada e saída de áudio nos equipamentos domésticos ocorre, normalmente, utilizando-se cabos tipo P2, que são pequenos demais para os pesados cabos de microfone. Havendo boa conexão e utilizando-se um bom microfone, pode-se obter um bom resultado com o computador.

 

Gravar áudio é um processo criativo. A construção de um fonograma passa por diferentes etapas e situações diversificadas podem acontecer ao longo do caminho. Um produtor experiente busca equilibrar as limitações físicas provenientes das leis da ondulatória geral e da acústica, com as limitações acústicas de instrumentos, equipamentos e espaços de captura, buscando preservar as características da amostra em questão. Trata-se de engenharia complexa. Muitas vezes a matemática envolvida chega a ser indecifrável aos não iniciados, de maneira que a nossa sensibilidade ao som precisa assumir o processo. Então vou ater-me diretamente nas dicas práticas. Explicações teóricas, sejam do campo da física, da música, da psicoacústica ou de outros campos poderão ser detalhadas em momento mais oportuno. Também é preciso atentar ao fato de que nos limitaremos a dicas de captura de áudio. Edição, mixagem e masterização são processos complexos demais para serem abordados nestas poucas linhas e merecem um tutorial à parte.

 

Hardware: telefone celular com qualquer sistema operacional.

Software de captura: câmera

 

Dicas de captura:

 

- Fale direcionalmente ao microfone. Normalmente, o microfone fica na parte frontal inferior do aparelho. Dirija a voz para aquele ponto. Dê preferência a repousar o aparelho sobre uma mesa ou suporte de modo que o microfone fique fixo sem receber choques ou mudanças de ângulo durante a gravação. Use o telefone como se fosse um daqueles antigos gravadores k7 de mesa.

 

- Use microfonação afastada. Coloque o aparelho na sua frente, com uma distância ideal entre 30 e 60 cm. É uma distância pequena que evitará o que chamamos de pop noise, que é o ruído do ar (vento) dirigido ao microfone. Algumas consoantes geram um pulso de ar que prejudica muito a inteligibilidade do áudio e é trabalhoso resolver este problema na edição. Para gravar instrumentos acústicos também é melhor empregar microfonação afastada. Teste a gravação e reposicione o aparelho se preciso.

 

- Reflexão planejada. O som é uma onda, assim como a luz e, como tal é refletido ou absorvido por diferentes materiais. Materiais duros, em geral, são reflexivos: paredes, vidros, metais, azulejos, entre outros. Tecidos e espumas são absorventes: colchões, tapetes, travesseiros, etc. Uma captura de voz para posterior edição requer que o áudio possua a menor quantidade possível de relexão, pois a ambiência é acrescentada posteriormente. Captura de voz sem edição, por outro lado, é melhor que seja feita em um ambiente mais reflexivo. No caso da EJA Centro I, estamos trabalhando com a primeira alternativa, ou seja, áudio com pouca relexão para tratamento à posteriori.

 

- Silêncio é meta! Silêncio absoluto só é possível ser obtido em condições muito especiais e em laboratórios complexos construídos especificamente para isso. Então, temos que encarar o silêncio do ambiente como meta! Se preciso, desligue aparelhos, feche portas e janelas, espere o carro passar, o avião ou o barulho na vizinhança. Por mais que seja possível tratar uma peça de áudio, tanto quanto menos edição, melhor, em função de várias variáveis. Não se faz edição de áudio sem prejuízo do sinal. Você professor também não irá querer gastar horas na edição de um áudio, que é processo complexo e trabalhoso, sendo que todo este trabalho poderia haver sido evitado com a busca de silêncio no set de gravação.

 

- Todos que possuem automóveis possuem também uma cabine de som em casa. O interior dos automóveis é construído para minimizar os ruídos externos e os ruídos mecânicos do próprio veículo. Materiais absorventes, como tecidos, são abundantes no interior dos veículos e minimizam a vibração dos vidros que, por sinal, são bastante reforçados e vedados, de modo que vibram minimamente. Com o veículo todo fechado, desligado e estacionado em um lugar silencioso você terá uma verdadeira cabine de áudio.

 

- Caso não consiga resolver o ambiente, elimine-o. É exatamente isso. Se você não possui um lugar adequado, com pouca relexão acústica, uma opção a considerar-se é gravar ao ar livre, sem a presença de ambiente nenhum. Mas lembre-se, você precisará de silêncio, então gravar ao ar livre só é viável se, realmente, você está em um local silencioso. Caso seja esta a sua situação, evite ficar contra o vento e use microfonação próxima, falando a poucos centímetros do celular.

 

- Articule bem as palavas. Cuidado com as consoantes como “p” e “b”, pois podem gerar uma coluna pesada de ar, que resulta em um pulso grave. Consoantes como “c” com som de “k” e “k” produzem um som gutural que, em alguns casos, resulta em um clique seco no áudio. Com microfonação afastada, não ha muito problema com as consoantes, mas, utilizando-se de microfonação próxima, sim, o controle das consoantes é fundamental para um bom resultado final.


Gilberto André Borges

sábado, 25 de maio de 2019

Artigos

Alguns escritos pelo velho blogueiro que por aqui vos comunica. Talvez interesse para alguém da Educação Musical, ou de outra área.


BORGES, Gilberto André. Tecnologias da Informação e Comunicação na formação inicial do professor de música: um estudo sobre o uso de recursos tecnológicos por estudantes de licenciatura em música no Estado de Santa Catarina. Dissertação de mestrado. Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Música. Florianópolis, 2010.

BORGES, Gilberto André. Educação Musical nas Escolas: Reflexão sobre a experiência desenvolvida juntos as escolas da Rede Municipal de Educação da Prefeitura Municipal de Florianópolis. Monografia de Graduação. Florianópolis: Udesc, 2003

BORGES, Gilberto André. Jorge Antunes. Vida, obra e fontes para pesquisa. Monografia apresentada como pré-requisto parcial na disciplina História da Música no Brasil. Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Música. Florianópolis, 2008.

BORGES, Gilberto André. Discutindo fundamentos da Educação Musical. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2007

BORGES, Gilberto André. Trajetória da Educação no Brasil. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Memorial descritivo apresentado como pré-requisto parcial na disciplina Pensamento Pedagógico Brasileiro. Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Educação e Cultura. Florianópolis, 2004

BORGES, Gilberto André. Entrevista para a Revista Música e Educação. Belo Horizonte, 2011

BORGES, Gilberto André. Avaliação formativa nos cursos de Licenciatura em Música. Anais do XIII Encontro Regional ABEMSUL, Porto Alegre, 2010

BORGES, Gilberto André. Competências e formação docente em Educação Musical. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2012

BORGES, Gilberto André. Educação Musical e política educacional. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2012

BORGES, Gilberto André. Tecnologias da Informação e Comunicação e formação docente em Educação Musical. Anais do XII Encontro Regional ABEMSUL. Itajaí, 2009

BORGES, Gilberto André. BORGES, Gilberto André. Tecnologias da Informação e Comunicação na formação inicial do professor de música: um estudo sobre o uso de recursos tecnológicos por estudantes de licenciatura em música no Estado de Santa Catarina. Anais do XIX Encontro Nacional da ABEM - Associação Brasileira de Educação Musical: Goiânia, 2010

BORGES, Gilberto André. Educação Musical no Ensino Fundamental e Canto Coral: uma reflexão a partir da experiência da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2007

BORGES, Gilberto André. A arte e seu vínculo com a história. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006

BORGES, Gilberto André. Conteúdo e estilo na obra de arte. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006

BORGES, Gilberto André. A arte contemporânea. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006

BORGES, Gilberto André. Psicologia da Educação e música: possibilidades. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006

BORGES, Gilberto André. Educação Musical Significativa. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2004

BORGES, Gilberto André. Educação Musical: Relatos da Experiência da Rede Municipal de Educação de Florianópolis. Anais do XII Encontro Nacional da ABEM - Associação Brasileira de Educação Musical: Florianópolis, 2003

BORGES, Gilberto André. Relato de experiência: o curso de gravação digital com softwares livres. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006

BORGES, Gilberto André. Interface e interação: novos caminhos para a comunicação e a arte. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006.

BORGES, Gilberto André. Linux e Áudio. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006.

BORGES, Gilberto André. Levantamento de repertório jazzístico para contrabaixo elétrico. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2008

BORGES, Gilberto André. Análise do Choro nr.1 de Heitor Villa-Lobos. Florianópolis: musicaeeducacao.mus.br, 2006

Elementos Comuns nas Artes

Todas as artes envolvem criatividade humana, uso de materiais ou suportes específicos e processos de criação que resultam em uma obra com va...